Movimento #Euapoioleitematerno

Eu já falei aqui no blog o quanto eu desejava amamentar e o quanto eu li e me preparei desde a gravidez para isso. Gostaria muito de ter tido apoio e suporte de uma consultora de amamentação, mas não foi possível. Isso não me impediu de tentar, porque sou muito obstinada e às vezes muito teimosa, quando tenho certeza de alguma coisa.
Amamentei a Julia desde a primeira hora depois do nascimento, sem nenhum apoio profissional. Consegui fazer isso apenas seguindo a minha intuição e aprendendo com os erros.
Me orgulho muito disso e digo que valeu muito à pena. Mas nem toda mulher consegue ser bem sucedida por muitos fatores e circunstâncias. Já vi muitas mães se frustrarem por não conseguirem amamentar seus bebês, por falta de apoio e orientação e isso sempre me inquietou. A minha experiência bem sucedida com a amamentação me motivou a ajudar de alguma forma as mulheres que desejam amamentar. A informação é determinante para que isso aconteça e por incrível que pareça pode fazer toda a diferença.

Nesse post quero recomendar o movimento #euapoioleitematerno, criado pelo Dr. Moises Chencinski, em prol do aleitamento materno, que tem o intuito de envolver toda a sociedade para apoiar as mães nesse momento tão importante. O objetivo do movimento é objetivo é estimular, sensibilizar, de forma positiva e qualquer pessoa pode se juntar ao movimento.

Além do blog #euapoioleitematerno, o movimento tem uma fanpage no Facebook, um perfil no Instagram, um perfil no Twitter e um canal de vídeos no You Tube.

Alguns temas abordados pelo movimento são:

  • Orientação sobre aleitamento desde o pré-natal;
  • Aleitamento na sala de parto;
  • Depoimentos de pediatras e outros profissionais de saúde sobre a importância do aleitamento;
  • Liberdade para as mães amamentarem quando e onde quiserem;
  • Licença-maternidade e licença-paternidade;
  • Creches e salas nas empresas para retirada e estocagem adequadas de leite materno;
  • Estímulo e divulgação dos bancos de leite;
  • Conscientização para uso de medicamentos e substâncias pelas mães que sejam compatíveis com a manutenção do aleitamento.

Nunca é demais lembrar as recomendações das entidades de saúde (Organização Mundial de Saúde, Sociedade Brasileira de Pediatria, Ministério da Saúde, UNICEF, Academia Americana de Pediatria, dentre muitas outras) são:

  • Aleitamento materno desde a sala de parto;
  • Amamentação exclusiva e em livre-demanda até o 6º mês;
  • Amamentação estendida até 2 anos ou mais.

Qualquer pessoa pode se unir ao Movimento #euapoioleitematerno. Mães que amamentam e mães que não amamentam, profissionais de saúde, blogueiros, empresários ou qualquer outro profissional que se identifique com a causa.

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